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Paulo Afonso,11/03/2026

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Vendas no comércio crescem 0,4% em janeiro e igualam patamar recorde

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Vendas no comércio crescem 0,4% em janeiro e igualam patamar recorde


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O volume de vendas no comércio varejista brasileiro cresceu 0,4% na passagem de dezembro para janeiro. Dessa forma, o setor alcançou o maior patamar, igualando o recorde de novembro de 2025.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, janeiro de 2026 apresenta salto de 2,8%. Em 12 meses, o setor registra expansão de 1,6%.



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A média móvel trimestral, que apresenta a tendência de comportamento do comércio nos últimos meses, reflete alta de 0,3% na comparação com os três meses terminados em dezembro de 2025.

O resultado de janeiro reverte a queda de 0,4% assinalada no último mês de 2025.



Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada nesta quarta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.



Ao destacar que foi alcançado o ponto mais alto da série, iniciada no ano 2000, o gerente da pesquisa, Cristiano Santos, ressalta que “renovações do pico não são tão comuns assim”.



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Atividades



Dos oito segmentos pesquisados pelo IBGE, quatro apresentaram crescimento do volume de vendas na passagem de dezembro para janeiro, com destaque para a atividade farmacêutica.



- Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: 2,6%



- Tecidos, vestuário e calçados: 1,8%



- Outros artigos de uso pessoal e doméstico: 1,3%



- Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo 0,4%



- Móveis e eletrodomésticos: 0%



- Equipamentos e material para escritório informática e comunicação: -9,3%



- Livros, jornais, revistas e papelaria: -1,8%



- Combustíveis e lubrificantes: -1,3%



O gerente do IBGE aponta que a atividade farmacêutica, que inclui produtos de higiene pessoal e beleza, tem apresentado crescimento constante desde julho de 2025, com exceção de dezembro.



No outro extremo, o desempenho em janeiro foi dos equipamentos e material para escritório informática e comunicação.



Cristiano explica que o tombo de quase 10% é relacionado ao comportamento do dólar.




“Esse setor é especialmente afetado pela variação do dólar e em épocas de alta volatilidade, as empresas aproveitam para repor estoques em momentos de valorização do real para depois decidir o melhor momento de fazer promoções”.




Ele acrescenta que o segmento vinha de vendas fortes durante a Black Friday (novembro) e Natal.



Atacado



No comércio varejista ampliado, que inclui atividades de atacado ─ veículos, motos, partes e peças; material de construção; e produtos alimentícios, bebidas e fumo ─ o indicador cresceu 0,9% de dezembro para janeiro, décimo mês seguido de alta nessa comparação entre meses imediatamente seguidos. Em 12 meses, o comércio varejista ampliado tem variação nula (0%).



 




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