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Paulo Afonso,13/03/2026

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Postos de gasolina em Paulo Afonso sangram o povo com preços abusivos

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Postos de gasolina em Paulo Afonso sangram o povo com preços abusivos Foto: Divulgação

Postos de gasolina em Paulo Afonso sangram o povo com preços abusivos

Os preços da gasolina voltaram a subir em várias regiões do Brasil em março de 2026, mesmo sem reajuste oficial da Petrobras. O governo federal pediu investigação sobre possíveis práticas abusivas nos postos, enquanto novas tabelas de referência para cálculo do ICMS foram divulgadas pelo Confaz.

Na última semana, consumidores em cidades como Paulo Afonso, na Bahia, relataram dificuldades para abastecer. Postos chegaram a suspender temporariamente o fornecimento e, em seguida, retomaram as vendas com preços mais altos. Em alguns casos, o litro da gasolina passou de R$ 6,23 para R$ 6,89, sem justificativa aparente. Esse movimento gerou indignação e levantou suspeitas de práticas semelhantes a uma “máfia dos combustíveis”, em que os postos controlam a oferta para aumentar os preços.

De acordo com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), aumentos de até R$ 0,30 por litro na gasolina e R$ 0,80 no diesel foram registrados em diferentes estados. O órgão solicitou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que investigue os repasses feitos pelos postos e possíveis irregularidades. A alta foi atribuída, em parte, ao aumento do preço internacional do petróleo após tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã.

Paralelamente, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) divulgou uma nova tabela de Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), que serve de base para o cálculo do ICMS. Os valores entram em vigor a partir de 16 de março e impactam diretamente o preço final pago pelos consumidores. Essa medida busca uniformizar a cobrança de impostos, mas também pode contribuir para a percepção de aumento nos preços.

O aumento da gasolina tem efeito imediato sobre a inflação, já que encarece o transporte de mercadorias e serviços. Em cidades como Paulo Afonso, os consumidores sentem o peso no bolso e questionam a transparência dos reajustes. Embora a Petrobras tenha reduzido o preço de entrega há pouco mais de um mês, muitos postos não repassaram essa queda e agora aplicam aumentos. O governo promete intensificar a fiscalização, mas até que medidas concretas sejam tomadas, a população segue enfrentando preços elevados e instabilidade no abastecimento.




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