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Paulo Afonso,20/04/2026

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Bahia acende alerta com avanço da “supergripe”, mas queda nas mortes traz alívio parcial

SESAB
Bahia acende alerta com avanço da “supergripe”, mas queda nas mortes traz alívio parcial Divulgação

O crescimento acelerado dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) provocados pela Influenza na Bahia ligou o sinal de alerta das autoridades de saúde neste início de abril. Dados da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) apontam um aumento expressivo das ocorrências, revelando um cenário que exige atenção redobrada da população.


De 87 registros no mesmo período de 2025, os casos saltaram para 254 em 2026 — um avanço de quase 192%. Embora o total geral de SRAG tenha crescido apenas 2,24%, o comportamento mais agressivo da Influenza A preocupa especialistas e gestores da saúde pública.


Em Salvador, a situação já é considerada delicada. A capital baiana aparece entre as 14 cidades brasileiras classificadas em nível de risco ou alto risco pela Fiocruz, o que reforça a necessidade de medidas preventivas imediatas.


Apesar do avanço dos casos, um dado chama atenção de forma positiva: o número de mortes caiu. Foram 62 óbitos registrados em 2026, contra 84 no mesmo período do ano anterior — uma redução de 26%, indicando possível impacto das ações de prevenção e atendimento.


Os números revelam o seguinte panorama no estado:


– Influenza (supergripe): 254 casos

– Covid-19: 74 casos

– Outros vírus respiratórios: 1.126 casos

– Total de óbitos: 62


A Fiocruz atribui o aumento ao avanço da circulação da Influenza A em todo o país, com crescimento significativo na letalidade nas últimas semanas. Com a chegada do período chuvoso e temperaturas mais amenas, a tendência é de continuidade na alta dos casos, especialmente em grandes centros urbanos.


Diante desse cenário, especialistas reforçam um ponto central: a vacinação segue como a principal ferramenta para evitar casos graves e reduzir a pressão sobre o sistema de saúde.


O momento é de atenção, mas também de responsabilidade coletiva. A prevenção ainda é o melhor caminho para evitar que os números continuem avançando.




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